Na linguagem do Apocalipse, os sete castiçais de ouro representam a Igreja de Cristo. Em seu conjunto, simbolizam a Igreja Invisível e Universal. Individualmente considerados, cada um deles emblema uma igreja local com suas virtudes e defeitos. Nem todos possuem a mesma resplandecência, mas todos são igualmente valiosos. Se Filadélfia e Esmirna refulgem, Éfeso já não brilha como antes. Sardes está quase apagada. Tiatira e Pérgamo bruxeleiam. E Laodicéia esmaece em sua mornidão.

Entre os castiçais, anda o Cordeiro de Deus. Ele conhece a luz de cada lâmpada. E não ignora quanto azeite possui cada lampadário. Por serem o que são, os candelabros têm obrigação de luzir como luz de um mundo que jaz no maligno. Se não reluzirem como os astros no firmamento, o testemunho do evangelho é impossível.

A cada uma dessas igrejas, Jesus endereçou uma carta. O seu objetivo é levar os santos a serem mais santos ainda. Foi a última mensagem de Cristo ao seu rebanho. As igrejas atuais são bem semelhantes às da Ásia Menor. Se os seus problemas são os nossos, a solução que o Senhor apontou-lhes também nos pertence.

Consideremos, pois, o que o Espírito Santo nos diz nestes últimos dias.

Pr. Claudionor de Andrade

Publicado na Revista Ensinador Cristão. Ano 13, nº 50, pág. 16.

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